Travessia Teresópolis – Petrópolis

Travessia em um dia

Ideias de mesa de bar são sempre boas! E foi assim que eu, Ary, Vander e Rafa Bastos decidimos fazer a travessia em 1 dia.

Em 2016, já tinha feito ela da forma mais tradicional, que é de Petrópolis a Teresópolis, com a Isadora e o André. Fizemos o percurso em 9h de forma bem tranquila, saindo às 15h do parque. Para ler o relato, clique aqui.

Travessia Petrô-Terê em 2016. Isa, André e Sassa

Mas, dessa vez, o percurso demoraria um pouco mais hehehe.

Início Terê-Petrô. Rafa Bastos, Rafa Faria, Ary, Vander e eu.

começando a brincadeira

Claro que não saímos cedo com o Ary no grupo Hahaha. Começamos a travessia às 9h26. É perrengue que a gente quer né, só pode ser, porque não existe começar essa travessia as 9h, tá? Kkkk Bom, já sabia que chegaríamos à noite.

A travessia é linda!

A travessia é incrível em qualquer sentido. A única diferença é que fazendo Teresópolis – Petrópolis as montanhas ficam nas suas costas, enquanto fazer o contrário, você vê as montanhas de frente.

Até a placa pro Sino, subimos legal, fomos num ritmo bom, nas minhas contas, em 10h terminaríamos. #sqn

Clássica, foto na placa!

Bom, acontece que fui dessa vez com um grupo maior e não podemos esperar que todos tenham o mesmo ritmo, então a gente acabava andando rápido, mas fazendo inúmeras paradas para esperar.

Chegando no cavalinho, ninguém teve dificuldade pra descer, foi tranquilo. Me apavorei em 2016 para subir por ele, mas olhando ele agora, até que achei tranquilo, acho q hoje em dia, subo numa boa. Atenção: para pessoas menos experientes, convém levar corda!

Agarra no cavalinho e vai! Dessa vez, descendo.

Pegamos um congestionamento no elevador. Uma observação: Gente, por favor, desça o elevador ou suba o elevador do jeito que é pra ser feito que fica mais fácil. Pode dar medo, mas juro que eh mais fácil e rápido. Não tente ir de bumbum, segurando bastão na mão, afinal foram colocados grampos ali pra vocêc descer/subir igual uma escada, porque assim é mais seguro e mais fácil.

Esse não é o elevador da Travessia. Só ilustrando: descer/subir como uma escada.

Congestionamento no elevador!

o dia acaba e a noite chega

Enfim, quando estávamos quase chegando no Açú, vimos um pôr do sol muito maravilhoso, e isso vale muito a pena! Sabíamos que dali em diante era lanterna, casaco e mta descida. Também, teve lua maravilhosa, iluminando nosso caminho!

Nada como um pôr do sol!

Nascer da lua!

Bom, a descida foi interminável, pra variar. Íngrime com areia, no escuro. Joelhos sofreram. Pra quem já tem algum problema nessa articulação, recomendo fazer Petrópolis-Teresópolis. A descida do Açú judia muito. Pra falar a verdade as duas descidas, são intermináveis, de qualquer lado. Mas, terminando por Teresópolis a descida é menos íngrime.

Finalizamos em 12h! Chegamos 1h da manhã em casa.

Descendo o Açu no escuro!

Na semana, descobrimos que um francês estava perdido na travessia. Ele entrou em contato com o bombeiro na sexta, sábado estávamos lá fazendo a travessia, foi resgatado depois de quase uma semana. Deu até um aperto no peito em saber que estava ali fazendo uma travessia e alguém bem perto passando perrengue, de repente ele conseguia ver a gente de longe, com nossas lanternas, fiquei pensando nisso a semana toda. Mas, ainda bem q deu tudo certo e ele foi resgatado com vida. Parabéns a todos os envolvidos no resgate!

Informações e dicas:

http://www.icmbio.gov.br/parnaserradosorgaos/

– Para fazer a travessia em 1 dia, tem que comprar o ingresso para parte alta somente. Em mais dias, consultar valores dos abrigos. Se você não é gringo, o valor é Desconto Brasil.

– São aprox. 30kms de sobe e desce. Tenha certeza que seu grupo tem condições de fazer em 1 dia. Não é fácil e não é para iniciantes, na dúvida faça com tranquilidade, em mais dias.

–  O parque abre 7h, mas você  pode entras às 6h, se já tiver comprado pela internet. Sugiro fazer isso.

– Vá com alguém que conheça ou com guia. Sim, é possível se perder, como aconteceu com o francês, e como acontece todo ano. Também acho que o parque deveria ser melhor sinalizado, mas enquanto isso não acontece, por favor, não seja imprudente.

– Faz frio à noite, o tempo muda muito rápido na montanha, você nunca sabe o que pode acontecer. Leve tudo pra sua segurança. Sugestão: kit de primeiros socorros, cobertor de emergência, luvas, headband, anorak (impermeável), corta-vento. Fora itens como água e comida.

– Tem água em todos os abrigos, duas garrafinhas de 600ml são suficientes.

– Contratamos o Denilson para o resgate. Ele pegou nosso carro em Teresópolis e levou pra portaria de Petrópolis. É de confiança, conhecido por todos. 24 99971-7285

Transmantiqueira Day 2 – Travessia Serra Fina

Continuando a nossa saga pela Mantiqueira…

Treino para o UTMB – CCC

Após fazer a Travessia Marins-Itaguaré no sábado (link aqui), domingo foi o dia de fazer a desafiadora Travessia da Serra Fina em apenas um dia. Para quem não conhece, essa travessia é considerada a mais difícil do Brasil, com 32kms de distância e acumulando 2810mts de desnível positivo, saindo da toca do Lobo em Passa Quatro e chegando em Itamonte, na rodovia próximo ao Hostel Picus. O terreno é extremamente técnico, com subidas em cordas, descidas íngremes e muito capim amarelo na altura da cabeça. Então pega a caneca de café, coloca pra tocar a playlist do filme Into to the Wild e senta que lá vem história.

começa a brincadeira

Acordamos às 3h da madrugada e 3h30 da manhã o café estava na mesa. Marissol nós te amamos!! Saímos de Itanhandu rumo à Passa Quatro às 4h30 da manhã e 5h30 já estávamos na Toca do Lobo. Começamos a subida ainda estava escuro, e mais uma vez vimos o sol nascer na Serra Fina: espetáculo!

O caminho é incrível, e já devo ter subido no Capim Amarelo umas dez vezes, e eu nunca me canso do visual incrível do quartzito.

Chegamos ao cume do Capim Amarelo com 2h30 de travessia. Céu limpo, sem nenhuma nuvem no céu!! Nunca tinha visto o Capim Amarelo tão aberto. O vento estava judiando, então comemos bem rápido e seguimos a travessia rumo à Pedra da Mina.

DO CAPIM AMARELO À pEDRA DA MINA

Do Capim Amarelo até a Pedra da Mina é uma bela pernada, sobe e desce vale, e em várias partes é possível se perder. Como estávamos com guia, foi muito tranquilo. Paramos para “almoçar” antes de atacar o cume da Pedra da Mina. Recuperar as energias pq a subida ali judia muito! Chegamos no cume da Pedra da Mina, o 4º ponto mais alto do Brasil em 7h. Fiquei bem feliz com o nosso tempo, pois da última vez levei 8h até lá…

Quando chegamos lá, encontramos o casal mais querido do perrengue: Se Ela Corre eu Corro – Gabriel e Cris! É sempre muito bom encontrar com esses queridos!! Eles fizeram um bate e volta de SP até Passa Quatro, subiram e desceram via Paiolinho… Se tivéssemos combinado não daria tão certo esse encontro.

DA PEDRA DA MINA ATÉ O PICO DOS TRÊS ESTADOS

Ficamos pouco tempo por ali, e seguimos, pois ainda tinha muito chão. Descemos a Pedra da Mina sentido Vale do Ruah. Dali em diante era caminho desconhecido para mim. O Vale do Ruah, é tipo um brejo, só que com Capim Amarelo passando da cabeça durante uns dois kms. Um labirinto de Capim atolando os pés na lama: maravilhoso!!

http://televopratrilha.com/wp-content/uploads/2018/08/img_1563.mov

Passando o Ruah, começamos a subida rumo ao Pico dos Três Estados. Recebe esse nome devido ao fato de ser o ponto de divisa entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O caminho até lá é com bastante sobe e desce em cristas e com um visual incrível. Paramos para comer no bambuzal, um pouco antes de atacar o cume. Mais um ponto que é bem fácil de se perder. Fiquem sempre atentos.

Iniciamos a subida do Três Estados já batia 17h, e começava mais um espetáculo da natureza. Nunca tinha visto um por do sol tão maravilhoso. Foi mágico. À esquerda o por do sol, à direita a luz refletia no Pico das Agulhas Negras e Prateleiras. Só agradecer por estar viva, com saúde e poder desfrutar de momentos tão incríveis.

DO PICO DOS TRÊS ESTADOS AO FINAL DA TRAVESSIA

Curtimos um pouco o pôr do sol e seguimos rumo ao Alto dos Ivos, o último pico da travessia, pois dali pra frente seria mais difícil pois o cansaço já batia, e com a noite tudo se torna mais difícil. Chegamos no Alto dos Ivos já eram umas 19h e pausa rápida para comer pois quase congelamos. Céu estrelado, sem nenhuma nuvem no céu. Outro espetáculo. Apagamos as lanternas e por alguns instantes ficamos em silêncio no absoluto breu, apenas vendo a magnitude do céu. Uau! Nunca vi nada parecido, pena que a câmera do celular não consegue captar as estrelas.

Iniciamos a descida com o frio já judiando. Sensação de que não acabaria nunca. Víamos as luzes da cidade ao longe, e quanto mais a gente descia, mais longe elas ficavam. Eu já estava no piloto automático. Pés doendo, fome de comida, e um pequeno mau humor batendo. Respirei fundo e tentei não pensar.

Já batia 15 horas de travessia e já não tínhamos mais pernas para correr nem na descida. Finalmente chegamos ao hotel do Pierre, um hotel desativado (antes o resgate podia ir até ali). Faltavam só mais 2km para chegar até a rodovia. E finalmente depois de 16h chegamos!! Gabriel nos esperava com cerveja. Completamos o 2º dia!! Cansativo mas extremamente recompensador!! Voltamos para o hostel, comemos e fomos dormir sem saber se iríamos ou não para o terceiro dia…

Resumo

Travessia Serra Fina

Saída: Toca do Lobo – Passa Quatro

Chegada: Itamonte

Distância: 32km

Tempo: 16h26min

Desnível Positivo: 2795mts

Desnível Negativo: 2795mts

Altitude Máxima: 2738mts (Pedra da Mina)

CHAPADA DOS VEADEIROS – SUGESTÃO DE ROTEIRO (4 DIAS)

Preparativos

Chapada dos Veadeiros já era um destino muito desejado por nós do Te Levo Pra Trilha, combinamos para o feriado do dia do trabalho em Maio. A Isa falou com uma amiga que já tinha ido e que topou ir de novo. Pronto equipe formada: Eu (Sassa), Isa, Gabriel (marido), Fernando (amigo), Letícia (amiga) e Matheus (irmão da Letícia).

Entramos em contato com o River, guia de Alto Paraíso, indicado pela Le e fechamos com ele um pacote de 3 dias só com nosso grupo. Sempre que podemos contratamos guias locais, enriquece imensamente os passeios  e movimenta a economia local.

Todo mundo chegou antes de mim, cheguei sexta à noite, galera já estava com o carro alugado, um Spin pra caber todo mundo. Fomos direto pra Alto Paraíso onde tínhamos alugado uma casa pelo Airbnb.

Tem muita coisa linda nesse lugar e obviamente 4 dias é muito pouco. Mas, acredito que esses passeios são os principais e os mais procurados, espero que possa ajudar. E voltaremos pra lá, com certeza, a Chapada dos Veadeiros me surpreendeu.

NOSSO ROTEIRO

Dia 1 – Catarata dos Couros 

Encontramos com o River cedinho e partimos, sentido Brasília, pra 20kms em asfalto mais 30kms em estrada de terra. Saia bem cedo e pegue uma cachoeira bem vazia!

Passeio imperdível!! Fizemos com ele o sentido contrário do comum, começando por baixo pela vista da Cachoeira do Butijão e depois subindo para mergulhar nas quedas. As quedas são simplesmente maravilhosas.

para ler post completo das cachoeiras dos couros – clique aqui

Dia 2 – Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela

Esse dia foi intenso, fizemos duas trilhas bem compridas. Mesma coisa, saia cedo e aproveite a cachoeira vazia. Pra mim, essa Cachoeira é muito impressionante. Tem uma natureza avassaladora, paredão de rocha ao redor deixa o visual espetacular. Fora que a queda é enorme, tem 115m de altura, muito funda. Por isso, recomendamos levar macarrão ou colete salva vidas em caso de emergência, os guias sempre levam. Tem um fio de água quente na queda, olhando pra ela, do lado direito.

Saindo de lá, fomos pro Mirante da Janela pra pegar o pôr do sol. Que coisa alucinante esse lugar. Pôr do Sol imperdível. Não esqueça a lanterna pra volta.

para ler post completo da cachoeira do segredo e mirante da janela – clique aqui

Cachoeira do Segredo

Dia 3 – Cachoeira Santa Bárbara

A dica principal pra esse passeio: Não deixe de ler o post completo.

São muitas pessoas que ficam sem senha quando chegam lá, e ela não é perto, são mais de 120 kms de Alto Paraíso. Além de chegar as 5h30 pra pegar senha, fomos entrar na Cachoeira por volta das 11h30. Ou seja, é muita vontade!

De fato, o lugar é disputado, porque a cor da piscina que forma é um tom de azul turquesa de impressionar, de cair o queixo de qualquer pessoa. O horário que conseguimos entrar também ajudou, pois o sol estava bem em cima da cachoeira, o que favorece essa cor impressionante.

Se eu pegaria essa fila novamente? Não! Só se fosse pra levar alguém que nunca foi, pois foi perrengue, muito perrengue também pro guia que fica lá agilizando tudo. É obrigatório entrar com guia.

para ver post completo da cachoeira santa bárbara – clique aqui

Dia 4 – Vale da Lua e Loquinhas

Nosso último dia, tínhamos pouco tempo, à noite tínhamos que pegar o voo. Fomos sem guia para esse passeio por não haver nenhuma necessidade.

A Le já tinha falado que o Vale da Lua era legal conhecer, mas que também não era super surpreendente. E Loquinhas recomendaram pra gente por ser bonito e rápido.

Fomos pro Vale da Lua primeiro, chegamos bem cedinho e aproveitamos pra tirar várias fotos. Depois fomos para Loquinhas, chegando um pouco mais tarde, já tinham várias pessoas nos poços. Conseguimos achar um sem ninguém e tomar um banho de despedida.

Realmente são dois passeios que não considero imperdíveis. Talvez, porque fomos pra lugares tão surpreendentes antes que esses ficaram um pouco ofuscados. Mas, foi bom, porque não tínhamos tempo pra ir pra outro lugar.

para ler o post completo do vale da lua e loquinhas – clique aqui

Vale da Lua

Vale da Lua

Achamos 1 poço vazio

Esse estava cheio!

Dicas gerais

Como chegar: Avião até Brasília e de lá partir de carro ou ônibus até a cidade de hospedagem que pode ser São Jorge (265kms) ou Alto Paraíso (240kms)

Onde ficar: Ficamos em Alto Paraíso que é mais barato, mas confesso que gostei mais de São Jorge, porém achei tudo mais caro lá. Alugamos uma casa no Airbnb, não é legal ficar muito longe da única rua principal.

Guiamento: Se podemos, pagamos um guia. Isso ajuda o turismo local, movimenta a economia e enriquece culturalmente sua viagem. Fechamos um pacote para três dias pra todo nosso grupo. O River foi espetacular, recomendamos!

River – 62 9678-3206

Alugar um carro ou não?: Passeios são mais de 50% mais baratos se você levar o guia com o seu carro. Pra gente valeu a pena porque estávamos num grupo grande. Se tiver por ex em duas pessoas, de repente compensa ir de ônibus e procurar pessoas que estejam de carro procurando gente pra dividir o valor do guia.

**Para saber detalhes de cada passeio como preços, distâncias, particularidades das trilhas, clique nos posts completos de cada dia:

Catarata dos Couros – Dia 1
Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela – Dia 2
Cachoeira Santa Bárbara – Dia 3
Vale da Lua e Loquinhas – Dia 4

 

Cachoeira Santa Bárbara, Chapada dos Veadeiros – Dia 3

Um dia antes fizemos dois passeios: Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela (clique aqui). O River, nosso guia, deixou bem claro que deveríamos nos encontrar às 5h da manhã, sem atrasos, para chegar na Cachoeira Santa Bárbara a tempo de conseguir senha. Motivo: são 300 pessoas a entrada máxima permitida, uma corrida contra o tempo no feriado.

Essa Cachoeira é uma das mais procuradas pela sua cor azul cristalina, ela se localiza na cidade de Cavalcante na comunidade quilombola  Kalunga, que  fica a 90kms de São Jorge ou a 122kms de Alto Paraíso. A comunidade administra toda a visitação da Cachoeira.

cachoeira santa bárbara vista do drone

Essa lotação vem de pouco tempo, portanto se você for em outros blogs com relatos anteriores a 2017 vai ver que era tranquilo entrar na cachoeira sem se preocupar tento com o horário.

A esperA

Bom, como o nosso guia foi enfático em relação a isso, dessa vez não nos atrasamos como nos outros dias. Chegamos lá e já tinha uma fila imensa, pegamos a senha 148, em questão de 30 ou 40 minutos as senhas acabaram. Na fila, muita discussão, muitos guias levando grupos que não conseguiram entrar, muito grupo bravo com o guia, gente brigando porque guias seguram vagas dos clientes que ainda não chegaram, ou seja, um fusuê, mas conseguimos!! Enquanto o River ficou na fila, fomos tomar café da manhã ali na comunidade que o River já tinha feito a reserva.

Aí quando você acha que está tudo maravilhoso, que vamos logo entrar na Cachoeira….pura ilusão! Você vai pra outro lugar, estaciona o carro e fica na fila pra entrar na estrada que vai pra cachoeira. Não sei exatamente quantos grupos são permitidos ao mesmo temo dentro da Santa Bárbara, só sei que só entrava um grupo quando saía o outro. Cada grupo pode ficar durante 1 hora, no máximo, lá dentro. Nossa vez chegou às 11h. Cansativo, tem que ser muito bonita mesmo!!

eNFIM, cACHOEIRA sANTA bÁRBARA

Entramos com o carro alugado, um Spin, deu tudo certo, porque o River conhecia cada buraco e cada poça de lama, sabia exatamente por onde passar. Mas, se você tiver dúvidas se seu carro vai passar na buraqueira e na lama ou não quiser colocar seu carro nessa situação é só contratar o pau de arara que os quilombolas oferecem.

Entramos e pegamos a estrada bem ruim, estacionamos e andamos por a pé por uns 2 kms num trilha bem tranquila.

pessoas na trilha pessoas na trilhaChegando lá uma maravilha, a Cachoeira realmente é muito bonita, com uma cor impressionante. E o mais legal, no horário que entramos o sol estava bem lá em cima, o que deixa a cachoeira muito mais azul e cristalina. Esperamos muito, mas foi recompensador.Aproveitamos muito, porque só tínhamos uma hora. Então, passamos todo o tempo na água. Foi uma delícia. Valeu a pena! Mas, não sei se eu iria de novo, é um lugar obrigatório de se visitar, mas não sei se ficaria nessa fila novamente.Mais em baixo pode-se entrar nessa queda menor, mas em feriado, fica fechada pra preservação!Almoçamos na comunidade, o almoço estava uma delícia, muito farta, muita coisa boa. Com direito à rede, excelente!!na rede

dicas e informações

-Chegar, no máximo, às 6h para ficar na fila da senha. Com a crescente procura, da próxima iria até mais cedo. Começaram a distribuir as senhas às 7h e entramos às 11h.

-R$ 20,00 a entrada da Cachoeira Santa Bárbara e R$ 10,00 para outras Cachoeiras. Uma das integrantes do grupo que já tinha ido, falou que não valia muito a pena ir nas outras, a não ser que você não consiga entrar pra Santa Bárbara.

-Local: Cavalcante, comunidade quilombola Kalunga: quilombokalunga.org.br

-Obrigatório a contratação de um guia. O nosso era de São Jorge, mas você pode contratar um guia local. O ideal é combinar tudo antes se você for num feriado.

-Café da manhã à vontade: R$ 10,00

-Almoço à vontade: R$ 30,00

– Se quiser contratar o pau de arara, sai por R$20,00

-Abasteça o carro antes, não tem posto de gasolina lá.

Cachoeira dos Couros, Chapada dos Veadeiros – Dia 1
Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela, Chapada dos Veadeiros – Dia 2

Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela, Chapada dos Veadeiros – Dia 2

Nosso segundo dia de Trekking pela Chapada dos Veadeiros foi o mais intenso.

Isadora e Sassa começando o 2º dia de Trekking

cachoeira do segredo

Acordamos cedinho e fomos direto para a Cachoeira do Segredo. Se você está indo com a intenção de conhecer muitos lugares e não pegar as trilhas muito lotadas recomendamos que você saia bem cedo. E nisso o nosso guia acertou em todas. De Alto Paraíso até São Jorge são 38km, e de São até a entrada para a Cachoeira são 13km. A placa indicando a entrada fica à esquerda.

Pegada de Jaguatirica

Mina d’água no meio da trilha

A entrada para a trilha custa 25,00. Chegamos na entrada às 8h, pagamos e seguimos de carro por mais 1km (se vc estiver com um carro 4×4 da pra seguir até um pouco mais adiante – passa por vários riozinhos, mas se o carro for baixo não é aconselhável passar).

A partir daí são 4km de trilha bem tranquila, passando por rios de água cristalina e um visual incrível.

E quando a gente chega na Cachoeira: UAU! Que lugar!! A Cachoeira do Segredo possui 115 metros de altura e é possível nadar até em baixo da queda. A água é bem gelada, mas no cantinho direito da queda cai uma água quentinha, onde é possível se sentar e curtir muito esse lugar especial. Mas só nade até lá se estiver com o condicionamento em dia, a correnteza da Cachoeira dificulta um pouco a chegada, mas super tranquilo pra quem está fisicamente ativo. A água é muito gelada pois nessa época do ano não bate sol. Entre setembro e março o sol ilumina e deixa a Cachoeira do Segredo mais linda ainda.

Quando chegamos na Cachoeira tinham apenas duas pessoas. Quando estávamos indo embora, praticamente lotou. Então se você quer curtir o lugar com mais tranquilidade saia cedo.

Ache a Isa na foto

Saímos da trilha por volta das 12h e fomos almoçar na Vila de São Jorge. Lugar super fofo e bem menor que Alto Paraíso, mas que tem um charme especial.

mirante da janela

Almoçamos e seguimos para a trilha que dava acesso ao Mirante da Janela. É bem fácil de chegar saindo de São Jorge, aproximadamente 1km, até a entrada. O ingresso para a trilha custa 15,00. Optamos por fazer ela à tarde pois queríamos curtir o por do sol lá do topo, e de quebra ver a lua que estaria cheia bem naquele dia.

A trilha do Mirante da Janela ao meu ver foi a mais difícil de todas que fizemos na chapada. Tem bastante subida e descida em terreno bem técnico. São 3km para ir, mais 3km para voltar. Para quem já está acostumado com trilhas é bem tranquilo. Para quem está sedentário nessa terá uma dificuldade maior.

O sobe e desce da trilha!

Quando chega no topo, lá no Mirante da Janela, você tem um dos visuais mais lindos e incríveis da Chapada dos Veadeiros. À direita, avistamos os Saltos do Rio Preto, que ficam dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e à esquerda você é presenteado com um por do sol maravilhoso.

Ficamos lá bastante tempo, curtindo o por do sol, tirando mil fotos e esperando a bela Lua cheia. Mas o tempo ficou um pouco nublado e não conseguimos vê-la nascer. Mas no caminho de volta fomos recompensados com ela linda e gigante iluminando nossa trilha. Quando a trilha ficou mais aberta, desligamos nossas lanternas e seguimos até o fim somente com à luz da lua. Simplesmente incrível!!

Time!

A lua iluminando nosso trekking noturno

Nesta trilha também tem a Cachoeira do Abismo, mas como já estava em tempo de seca, ela estava quase sem água.

Se eu puder te dar uma dica é: quando for à Chapada dos Veadeiros coloque esses dois passeios como prioridade. São realmente únicos.

Sassa e a foto clássica do Mirante

veja também:

Dia 1 – Catarata dos Couros
Dia 3 – Cachoeira Santa Bárbara
Dia 4 – Vale da Lua e Loquinhas

Catarata dos Couros, Chapada dos Veadeiros – Dia 1

Preparativos

Vamos contar pouco a pouco como foi nossa viagem à Chapada dos Veadeiros pra que as informações fiquem bem completas. Eu, Sassa, estava com saudades da Isadora, última vez que nos vimos foi quando fomos à Chapada da Diamantina em novembro do ano passado. Nada melhor do que nos reencontramos em outra Chapada.

A Isa chamou o marido e os amigos que já tinham ido pra Veadeiros um ano antes. Pronto equipe formada: Eu (Sassa), Isa, Gabriel (marido), Fernando (amigo), Letícia (amiga) e Matheus (irmão da Letícia).

O time: Fernando, Letícia, Isa, Sassa, Gabriel e Matheus

Pessoal foi chegando em Brasília e fui a última a chegar às 23h30. Com o carro já alugado, um Spin pra caber todo mundo, pessoal me pegou no aeroporto com as compras já feitas e partimos pra Alto Paraíso, local onde alugamos uma casa.

Não tem 3g na cidade e os Wi-Fi de qualquer lugar são super disputados e com sinal ruim.

Chegamos na casa umas 2h30 e fomos direto dormir para encontrar com o nosso super guia, River, pra fazer a Cachoeira dos Couros. Contratamos o River pra ficar com nosso grupo os 3 dias seguintes.

Dia 1 – Cataratas dos Couros

Aí que está a vantagem de se contratar um guia, que não só nos levou em uma Cachoeira, mas levou em todas pelo sentido contrário que todos fazem normalmente. Fizemos uma trilha no sentido contrário, descendo e depois subindo pelas quedas.

Primeiro contemplamos dois mirantes com vista de frente pra todas as quedas de água de todas as Cachoeiras das Cataratas.

Depois subimos e ficamos tranquilos numa das melhores partes dessas super quedas, na Cachoeira do Parafuso. Teve pulo de lugar bem alto, teve drone, teve escorrega. A melhor pra banho. Curtimos bastante!

Fomos subindo e apreciamos a visão da Cachoeira de São Vicente, a queda de água era enorme e não foi possível entrar nas quedas por causa do volume.

Subindo mais encontramos a Cachoeira da Muralha dos Couros, onde a maioria das pessoas sem guia, chegam e ficam. O lugar mais lotado, mas grande, conseguimos tomar banho lá também. Continuamos a trilha indo embora pela trilha que todo mundo chega.

Aproveitamos tudo que o local podia oferecer. Além de não errar o caminho, pular na Cachoeira com instrução do River, chegar cedo antes de todo mundo e ouvir as histórias que ele tinha pra contar.

A grandeza e a beleza do lugar impressiona. Ficamos horas ali curtindo as Cachoeiras. É um passeio que vale a pena.

Umas 14h, fomos almoçar num local que o River já tinha reservado na Dona Eleusa. Comida maravilhosa!!

Dicas e informações

Local: Sentido Brasília, São 20kms no asfalto e anda mais uns 30kms em estrada de terra. É possível chegar de carro comum, porém a estrada é esburacada. Não tem placa na rodovia pra entrar, e tem bifurcações não sinalizadas na estrada de terra. Não pega GPS, não tem sinal.

Preço: R$ 5,00 a entrada. R$ 30,00 o almoço com comida à vontade.

Percurso: 5kms esse roteiro completo com subidas e descidas íngremes, dificuldade moderada. Iniciantes terão certa dificuldade, vai ser cansativo, mas conseguirão.

Guiamento incrível: River – 62 9678-3206

River se preparando pro pulo.

veja também:

Dia 2 – Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela
Dia 3 – Cachoeira Santa Bárbara
Dia 4 – Vale da Lua e Loquinhas

Vale do Pati, Chapada da Diamantina – Dia 1

Do Guiné à Dona Raquel

No post anterior conto como foi nossa decisão sobre o roteiro do Vale do Pati e o passeio incrível à Cachoeira do Buracão, sim ela é mesmo imperdível!

Clique aqui – Cachoeira do Buracão

Continuando..

No dia 16/11 acordamos cedo, tomamos café da manhã em Mucugê já com nosso querido guia José Antônio. Zé deixou tudo preparado com uma moradora para que ela fizesse o café bem cedo, porque na nossa pousada não tinha. Comendo ali, quase esquecemos que tínhamos que ir, estava tão bom o café da manhã. A parte da comida eram momentos especiais pra gente! Kkkk

O Zé entregou nosso kit lanche (muita comida) com um suco congelado feito por ele pra gente colocar na mochila. Pegamos a Van que ele reservou e partimos sentido Vila do Guiné. Nosso roteiro era de Guiné a Andaraí por dentro do Vale, totalizando 4 dia e 3 noites.

Partiu Vale do Pati

Eu (Sassa), Isa, Bárbara, Deinha e Emerson adotamos já de início um bom ritmo, a trilha já começa subindo. Pedimos o maior roteiro possível pra 4 dias, então no primeiro dia andamos 22kms.

Felicidade por estar ali!

Passamos por descampados, por zonas alagadas (tinha chovido antes), por rios, por todo tipo de vegetação, seguimos pelos Gerais do Rio Preto. Fiz algum esforço para não molhar os pés em todo o percurso, tem uma infinidade de relatos de pessoas que se deram mal já no primeiro dia por causa de bolhas, machucados nos pés.

E chegamos no Mirante do Pati. Dali era possível ver nosso roteiro dentro do Vale, nossos próximos dias estavam ali bem diante dos nossos olhos. Ansiedade tomava conta! Tiramos muitas fotos, aproveitamos bem o visual.

Mirante do Pati

Continuamos seguindo pelos Gerais do Rio Preto chegando ao Cachoeirão por cima.

Da esq. pra dir.: Isa, Sassa, Deinha, Emerson e Ba! Zé, tirando a foto!

Primeiro mirante do Cachoeirão era impressionante, apesar de não ter tantas quedas como em época de cheia, estar à beira do abismo é tenso e ao mesmo tempo maravilhoso, pela paisagem que ele proporciona. Foi uma sensação única, de querer ficar ali deitada à beira do abismo olhando, olhando, olhando, quase uma hipnose. Como se não bastasse toda aquela vista, vimos um arco íris, formando uma cena única.

Cachoeirão por cima.

Com direito à arco-íris.

Próximo mirante do Cachoeirão é onde as pessoas corajosas tiram fotos bem na pontinha da pedra, eu sinceramente, acho desnecessário. Haahha.

Aliás, o Zé era extremamente cauteloso e respeitoso com a natureza. Ele fica um pouco tenso nos momentos dos abismos, porque as pessoas às vezes são mto ansiosas e vão com mta sede ao pote, querendo tirar fotos malucas, colocando suas vidas em risco. Ele era muito calmo, nos passava calma, porque afinal, o que mais importa ali é o que podemos sentir diante da paisagem impressionante, e não a foto! Sua atenção era enorme, pedia pra gente ficar em silêncio (tarefa difícil) pra que ouvíssemos os sons. Enfim, a viagem começava a tomar forma, ali senti que ela seria especial e não teria chance de não ser.

Cachoeirão por cima de outro anglo.

Momento mais esperado do primeiro dia, aliás em todos os dias, o momento mais esperado era o da comida! Hah Hora de abrir o kit lanche, que felicidade. Babem, o kit lanche tinha frutas (banana, goiaba,manga) , uns 4 sanduíches, chocolate, barra de cereal, biscoito salgado, broa de milho, ovo cozido, Jose tira da mala dele, azeite, sal, temperos, estou esquecendo de mais coisas aí, era muita comida, uma delicinha. A Isa, vegetariana, também tinha seu kit montado especialmente pra ela.

Nessa hora Zé percebeu que a gente comia de verdade e que ninguém ali se preocupava muito em chegar tarde no destino, ninguém tinha muita pressa. Andávamos rápido, mas quando parava, a gente parava de verdade. Isso foi comum durante toda a viagem. Até pra ver as mulas passarem a gente parou!

Esperando as mulas passarem.

Anda, anda, anda, anda, parece que vai chegar, mas anda mais e mais. Nessa hora percebi que algo estranho acontecia no meu pé: sabe aquelas linhas digitais? Elas davam indícios de estarem muito profundas, e meu medo era que elas rachassem, formando uma fissura. Mas, estávamos quase lá, quando pisei numa pedra mais pontuda e senti que fez uma abertura nessa linha digital.

Pronto, era eu me dando mal já no primeiro dia, pensei! Mas, ali chegando na Dna. Raquel, disse pra mim mesma que aquilo não me venceria, que ia cuidar direito do pé e que se fosse pra fazer a trilha com o pé todo estrupiado, eu ia fazer, não ia usar o e-mule (piada interna), quis dizer não ia sair do Vale do Pati de mula.

Chegamos, entramos no nosso quarto, Deinha e Emerson ficaram em quarto de casal e tomamos aquele banho gelado.

Casa da Dna. Raquel

A casa da Dna. Raquel é grande, tem quartos na parte de cima e de baixo, mesmo assim estava cheio quando chegamos, tem uma mini vendinha junto com o bar, dois mirantes, três banheiros em baixo e em cima. Infelizmente, não conhecemos a Dna. Raquel que mora hoje em dia na cidade, e vai somente visitar, conhecemos os filhos que tomam conta.

Aquela hora mais esperada chegava..eee hora boa, o jantar. A mesa do lado cantava Mantras, a gente comendo igual uns desesperados, Zé contando histórias. Conheci um outro guia que tinha ido também pro Vale com a minha irmã, anos atrás, o Henrique, batemos muito papo com ele, mais uma pessoa ali que se tornava especial em menos de 4 horas de convívio. Comemos mais um pouco e mais e tomamos café e mais café e hora de dormir. Café da manhã seria servido às 7h, amém!

Próximo post, vamos falar do segundo dia no Pati: Morro do Castelo, Cachoeira do Funil e a incrível noite na Dna Raquel com direito à cachaça, fogueira e forró!

Até mais!

Vale do Pati, Chapada da Diamantina – Dia 2
Vale do Pati, Chapada da Diamantina – Dia 3
Vale do Pati, Chapada da Diamantina – Dia 4
Vale do Pati, Chapada da Diamantina – Informações e Dicas
Cachoeira do Buracão – Chapada da Diamantina

Tô na área, Niterói! Trilha Morro das Andorinhas

Eu, Samantha, estava meio sumida por aqui. Mas, agora estou de volta pra agitar essa Blog lindo com a Isa. Hoje, vou mostrar uma trilha de Niterói.

Quem nos acompanha sabe que a minha vida deu uma reviravolta nos últimos meses. Há 3 meses me mudei para Niterói, após 1 mês da mudança, comecei a trabalhar pra Rio2016 nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos (por sinal, foi incrível) e praticamente morei no Recreio, no Rio.

E agora, Niterói que me aguarde, porque estou morrendo de saudades das trilhas. Fui à um encontro do Clube Niteroiense de Montanhismo e conheci uma galera lá. Um deles foi o Leo da PitBull Aventura. Pronto, a trilha foi combinada e fizemos ela ontem.

iniciando a trilha

A trilha tem início em Itaipu, Serra da Tiririca. Fomos de carro, encontramos com o Marcos, amigo do Leo, e iniciamos às 14h.

Entrada da trilha, nas escadarias.

A trilha não é sinalizada, tem algumas poucas marcações, tem bifurcações que eventualmente saem em mirantes ou sai em lugar nenhum. Vale a pena testar, como fui com pessoas que sabiam o caminho, entramos nos lugares certos.

Dos dois primeiros mirantes conseguimos ver a Praia e Lago de Itaipu e no segundo a Praia de Itacoatiara e os Morros Costão e Mourão. Costão é o menor, e o Mourão é o maior, também é o pico mais alto de Niterói.

Praia de Itaipu

Praia de Itacoatiara, Morro Mourão e Costão.

Continuando na trilha entramos em uma bifurcação à direita, descendo bastante, tem uma corda pra chegar mais perto das pedras lá de baixo, pertinho do mar. Não confiar mto na corda! Lugar lindo!

Foto: Marcos Lima

Subimos tudo novamente e continuamos a trilha até o último ponto. Lá relaxamos um pouco e apreciamos a vista!

Voltamos pelo mesmo lugar e pronto! Trilha feita, adorei. Como não conhecia ainda a praia de Itaipu, fomos até lá e a praia é lindaaaa, o sol se pondo a deixou ainda mais fantástica.

DICAS:

Levar água, não tem ponto de abastecimento.

-Se puder vá durante a semana. Costuma lotar aos finais de semana, a trilha e a praia.

-Trilha fácil, de 6kms ida e volta. Se quiser conferir o percurso no strava: clique aqui

 

Parque Estadual da Cantareira – Núcleo Cabuçu

pARA LER SOBRE O NÚCLEO PEDRA GRANDE E ÁGUAS CLARAS: CLIQUE AQUI
PARA LER SOBRE O NÚCLEO ENGORDADOR: CLIQUE AQUI

E hoje vamos fechar com chave de ouro os posts sobre o Parque Estadual da Cantareira, falaremos do Núcleo Cabuçu. Como havíamos dito em posts anteriores, o Parque possui 4 Núcleos abertos à visitação, e eles estão localizados na Serra da Cantareira – SP (Mata Atlântica remanescente na metrópole). Dois deles se conectam por trilha, o Núcleo da Pedra Grande e o Núcleo Águas Claras, tem o Núcleo Engordador  e finalmente o Núcleo Cabuçu.

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Esse Núcleo fica localizado em Guarulhos – SP, por isso falamos nos posts que não é possível visitar todos os Núcleos em um só dia, pois a entrada dos Parques ficam distantes uma das outras. Esse parque assim como os outros não perde pra nenhum em preservação, é lindo, tem cachoeira, tem área para piquenique e quiosques. Muito gostoso para levar a família.

Trilhas (Todas bem sinalizadas)

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Trilha da Cachoeira – A principal trilha é essa, com 5,2 kms (bate e volta), você vai ter acesso às cachoeiras. Essa trilha é ótima para treinar técnica em trilha, ela tem descidas bem gostosas pra correr e subidas. Cuidado pra não se empolgar tanto nas decidas e enroscar o pé em alguma raiz. Junto com outras trilhas e explorando bem o parque dá pra fazer um treino mais longo.

Trilha da Jaguatirica – Ela tem 1 km, tem uma vegetação nativa muito preservada.

Trilha do Sagui – Tem 730 metros, é possível ver um antigo forno usado para a produção de carvão vegetal e córregos afluentes da represa. E se der sorte ainda consegue ver os saguis.

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INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Estacionamento: R$ 6,00 para carros e R$ 4,00 para motos (recomendamos parar dentro do parque)
  • Entrada do parque: R$13,00; meia para estudantes e de graça para professores da rede pública, menores de 12 e maiores de 60 anos.
  • Endereço: Av. Pedro de Souza Lopes, 7903 – Jardim São Luis – Guarulhos/SP
  • Como Chegar:  Acesso pela Rodovia Fernão Dias,  km 83 direção São Paulo – Belo Horizonte. Após 200 metros vire à esquerda para Estrada das 3 Cruzes e depois de 1km vire à direita na Estrada do Cabuçu. Ai é só seguir em frente até a entrada do parque.
  • Levar: água (cantil, mochila de hidratação), comidinhas, protetor solar.
PARA LER SOBRE O NÚCLEO PEDRA GRANDE E ÁGUAS CLARAS: CLIQUE AQUI
PARA LER SOBRE O NÚCLEO ENGORDADOR: CLIQUE AQUI

PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA – NÚCLEO ENGORDADOR

PARA LER SOBRE O NÚCLEO PEDRA GRANDE E ÁGUAS CLARAS: CLIQUE AQUI
PARA LER SOBRE O NÚCLEO CABUÇU: CLIQUE AQUI

Como havíamos falado no post anterior, o Parque possui 4 Núcleos abertos à visitação, e eles estão localizados na Serra da Cantareira – SP (Mata Atlântica remanescente na metrópole). Dois deles se conectam por trilha, o Núcleo da Pedra Grande e o Núcleo Águas Claras,  hoje falaremos do Núcleo Engordador, e no próximo sobre o Núcleo Cabuçu.

Nov 020

O Núcleo do Engordador fica na cidade de São Paulo e é simplesmente lindo, a natureza é exuberante e muito preservado. É ideal para levar a família, tem áreas recreativas para as crianças, trilhas técnicas (trilhas curtas), tem trilha para bike e área de piquenique.  Toda vez que vamos pra lá, ficamos nos perguntando se estamos mesmo na cidade de Sã Paulo.

Trilhas (Todas bem sinalizadas)

Mata Atlântica

Mata Atlântica

Trilha da Cachoeira – A principal trilha é essa, com 3kms você vai ter acesso às cachoeiras e vai estar diante de uma flora impressionante.  Ela é úmida, com muitas raízes e bem técnica. Usamos essa trilha para treinar junto com a trilha do Macuco (a seguir).

Trilha do Macuco – Ela é bem curtinha, com 646 metros e você deve entrar nela. É possível ver os canos e remanescentes do antigo sistema de abastecimento de água da cidade de São Paulo. A trilha margeia o Córrego do Curupira.

Trilha da bike – Ela tem 4kms (bate e volta) e é de uso exclusivo para bikers. Qualquer pessoa com bike consegue fazê-la, não é difícil, os obstáculos são todos naturais.

Trilha da Cachoeira

Trilha da Cachoeira

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Estacionamento: R$ 6,00 para carros e R$ 3,00 para motos (não existe lugar para estacionar fora do parque)
  • Entrada do parque: R$13,00; meia para estudantes e de graça para professores da rede pública, menores de 12 e maiores de 60 anos.
  • Endereço: Av. Coronel Sezefredo Fagundes, n° 19.100 (seguir GPS até a saída 79 da Fernão Dias).
  • Como Chegar: Acesso pela Rod. Fernão Dias até Km 79 sentido SP-BH, entrar na alça de acesso para a Av. Coronel Sezefredo Fagundes, sentido Mairiporã. Próximo à Pedreira Itacema. Após pegar a saída 79, seguir as placas para Núcleo Engordador (não seguir o GPS nesse momento).
  • Levar: água (cantil, mochila de hidratação), comidinhas, protetor solar.