CHAPADA DOS VEADEIROS – SUGESTÃO DE ROTEIRO (4 DIAS)

Preparativos

Chapada dos Veadeiros já era um destino muito desejado por nós do Te Levo Pra Trilha, combinamos para o feriado do dia do trabalho em Maio. A Isa falou com uma amiga que já tinha ido e que topou ir de novo. Pronto equipe formada: Eu (Sassa), Isa, Gabriel (marido), Fernando (amigo), Letícia (amiga) e Matheus (irmão da Letícia).

Entramos em contato com o River, guia de Alto Paraíso, indicado pela Le e fechamos com ele um pacote de 3 dias só com nosso grupo. Sempre que podemos contratamos guias locais, enriquece imensamente os passeios  e movimenta a economia local.

Todo mundo chegou antes de mim, cheguei sexta à noite, galera já estava com o carro alugado, um Spin pra caber todo mundo. Fomos direto pra Alto Paraíso onde tínhamos alugado uma casa pelo Airbnb.

Tem muita coisa linda nesse lugar e obviamente 4 dias é muito pouco. Mas, acredito que esses passeios são os principais e os mais procurados, espero que possa ajudar. E voltaremos pra lá, com certeza, a Chapada dos Veadeiros me surpreendeu.

NOSSO ROTEIRO

Dia 1 – Catarata dos Couros 

Encontramos com o River cedinho e partimos, sentido Brasília, pra 20kms em asfalto mais 30kms em estrada de terra. Saia bem cedo e pegue uma cachoeira bem vazia!

Passeio imperdível!! Fizemos com ele o sentido contrário do comum, começando por baixo pela vista da Cachoeira do Butijão e depois subindo para mergulhar nas quedas. As quedas são simplesmente maravilhosas.

para ler post completo das cachoeiras dos couros – clique aqui

Dia 2 – Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela

Esse dia foi intenso, fizemos duas trilhas bem compridas. Mesma coisa, saia cedo e aproveite a cachoeira vazia. Pra mim, essa Cachoeira é muito impressionante. Tem uma natureza avassaladora, paredão de rocha ao redor deixa o visual espetacular. Fora que a queda é enorme, tem 115m de altura, muito funda. Por isso, recomendamos levar macarrão ou colete salva vidas em caso de emergência, os guias sempre levam. Tem um fio de água quente na queda, olhando pra ela, do lado direito.

Saindo de lá, fomos pro Mirante da Janela pra pegar o pôr do sol. Que coisa alucinante esse lugar. Pôr do Sol imperdível. Não esqueça a lanterna pra volta.

para ler post completo da cachoeira do segredo e mirante da janela – clique aqui

Cachoeira do Segredo

Dia 3 – Cachoeira Santa Bárbara

A dica principal pra esse passeio: Não deixe de ler o post completo.

São muitas pessoas que ficam sem senha quando chegam lá, e ela não é perto, são mais de 120 kms de Alto Paraíso. Além de chegar as 5h30 pra pegar senha, fomos entrar na Cachoeira por volta das 11h30. Ou seja, é muita vontade!

De fato, o lugar é disputado, porque a cor da piscina que forma é um tom de azul turquesa de impressionar, de cair o queixo de qualquer pessoa. O horário que conseguimos entrar também ajudou, pois o sol estava bem em cima da cachoeira, o que favorece essa cor impressionante.

Se eu pegaria essa fila novamente? Não! Só se fosse pra levar alguém que nunca foi, pois foi perrengue, muito perrengue também pro guia que fica lá agilizando tudo. É obrigatório entrar com guia.

para ver post completo da cachoeira santa bárbara – clique aqui

Dia 4 – Vale da Lua e Loquinhas

Nosso último dia, tínhamos pouco tempo, à noite tínhamos que pegar o voo. Fomos sem guia para esse passeio por não haver nenhuma necessidade.

A Le já tinha falado que o Vale da Lua era legal conhecer, mas que também não era super surpreendente. E Loquinhas recomendaram pra gente por ser bonito e rápido.

Fomos pro Vale da Lua primeiro, chegamos bem cedinho e aproveitamos pra tirar várias fotos. Depois fomos para Loquinhas, chegando um pouco mais tarde, já tinham várias pessoas nos poços. Conseguimos achar um sem ninguém e tomar um banho de despedida.

Realmente são dois passeios que não considero imperdíveis. Talvez, porque fomos pra lugares tão surpreendentes antes que esses ficaram um pouco ofuscados. Mas, foi bom, porque não tínhamos tempo pra ir pra outro lugar.

para ler o post completo do vale da lua e loquinhas – clique aqui

Vale da Lua

Vale da Lua

Achamos 1 poço vazio

Esse estava cheio!

Dicas gerais

Como chegar: Avião até Brasília e de lá partir de carro ou ônibus até a cidade de hospedagem que pode ser São Jorge (265kms) ou Alto Paraíso (240kms)

Onde ficar: Ficamos em Alto Paraíso que é mais barato, mas confesso que gostei mais de São Jorge, porém achei tudo mais caro lá. Alugamos uma casa no Airbnb, não é legal ficar muito longe da única rua principal.

Guiamento: Se podemos, pagamos um guia. Isso ajuda o turismo local, movimenta a economia e enriquece culturalmente sua viagem. Fechamos um pacote para três dias pra todo nosso grupo. O River foi espetacular, recomendamos!

River – 62 9678-3206

Alugar um carro ou não?: Passeios são mais de 50% mais baratos se você levar o guia com o seu carro. Pra gente valeu a pena porque estávamos num grupo grande. Se tiver por ex em duas pessoas, de repente compensa ir de ônibus e procurar pessoas que estejam de carro procurando gente pra dividir o valor do guia.

**Para saber detalhes de cada passeio como preços, distâncias, particularidades das trilhas, clique nos posts completos de cada dia:

Catarata dos Couros – Dia 1
Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela – Dia 2
Cachoeira Santa Bárbara – Dia 3
Vale da Lua e Loquinhas – Dia 4

 

Vale da Lua e Loquinhas, Chapada dos Veadeiros – Dia 4

Nosso último dia de Trekking pela Chapada dos Veadeiros foi o mais tranquilo. Deixamos os passeios mais fáceis por último, pois teríamos apenas o período da manhã.

Vale da Lua

Saímos bem cedinho para o Vale da Lua. Fica bem perto de Alto Paraíso, aproximadamente 20km, na estrada sentindo São Jorge. A entrada fica à esquerda, sentido São Jorge, depois dessa entrada, tem mais 5km em estrada de terra, até a portaria.

Chegamos antes das 8h e não tinha nenhum carro no estacionamento. Pagamos a taxa de 20,00 e seguimos para a trilha. A trilha é bem fácil e curto, apenas 1,5km até chegar no Vale da Lua. É bem curta mas tem um visual incrível da chapada.

Chegamos no Vale da Lua e não tinha ninguém. O Vale era só nosso. O lugar é lindo. Muito diferente e vale muito a pena conhecer. Eu aconselharia a ir no Vale da Lua como primeira opção de passeio. Fomos por último, então não surpreendeu tanto, pois tínhamos conhecido muitos lugares fantásticos. É possível tomar banho em algumas piscinas que formam nas rochas. Nas fotos dá pra ver um pouco de como é diferente.

Tá tudo bem meninas? Querendo ser blogueiras…

Tentativa 1

Tentativa 2

Tentativa 3

Não deu…

Loquinhas

Saímos do Vale da Lua e retornamos para Alto Paraíso e seguimos direto para a Fazenda Loquinhas. É um dos passeios mais próximos de Alto Paraíso, fica apenas 5km dos centro. O custo para entrar é de 30,00 por pessoa.

As Loquinhas são pequenas piscinas naturais com águas transparentes de um verde esmeralda. É o passeio mais fácil, a trilha é toda de madeira e qualquer pessoa consegue fazer, mesmo as mais sedentárias. Por ser de fácil acesso, era o lugar mais lotado que visitamos. Muuuuita gente.

É um passeio legal para ir com tempo, para entrar nas piscinas, relaxar. Como estávamos com pressa e estava muito cheio, acabamos não aproveitando tanto. Para famílias com crianças também é uma excelente pedida.

Veja também:

Dia 1 – Catarata dos Couros
Dia 2 – Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela
Dia 3 – Cachoeira Santa Bárbara

Cachoeira Santa Bárbara, Chapada dos Veadeiros – Dia 3

Um dia antes fizemos dois passeios: Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela (clique aqui). O River, nosso guia, deixou bem claro que deveríamos nos encontrar às 5h da manhã, sem atrasos, para chegar na Cachoeira Santa Bárbara a tempo de conseguir senha. Motivo: são 300 pessoas a entrada máxima permitida, uma corrida contra o tempo no feriado.

Essa Cachoeira é uma das mais procuradas pela sua cor azul cristalina, ela se localiza na cidade de Cavalcante na comunidade quilombola  Kalunga, que  fica a 90kms de São Jorge ou a 122kms de Alto Paraíso. A comunidade administra toda a visitação da Cachoeira.

cachoeira santa bárbara vista do drone

Essa lotação vem de pouco tempo, portanto se você for em outros blogs com relatos anteriores a 2017 vai ver que era tranquilo entrar na cachoeira sem se preocupar tento com o horário.

A esperA

Bom, como o nosso guia foi enfático em relação a isso, dessa vez não nos atrasamos como nos outros dias. Chegamos lá e já tinha uma fila imensa, pegamos a senha 148, em questão de 30 ou 40 minutos as senhas acabaram. Na fila, muita discussão, muitos guias levando grupos que não conseguiram entrar, muito grupo bravo com o guia, gente brigando porque guias seguram vagas dos clientes que ainda não chegaram, ou seja, um fusuê, mas conseguimos!! Enquanto o River ficou na fila, fomos tomar café da manhã ali na comunidade que o River já tinha feito a reserva.

Aí quando você acha que está tudo maravilhoso, que vamos logo entrar na Cachoeira….pura ilusão! Você vai pra outro lugar, estaciona o carro e fica na fila pra entrar na estrada que vai pra cachoeira. Não sei exatamente quantos grupos são permitidos ao mesmo temo dentro da Santa Bárbara, só sei que só entrava um grupo quando saía o outro. Cada grupo pode ficar durante 1 hora, no máximo, lá dentro. Nossa vez chegou às 11h. Cansativo, tem que ser muito bonita mesmo!!

eNFIM, cACHOEIRA sANTA bÁRBARA

Entramos com o carro alugado, um Spin, deu tudo certo, porque o River conhecia cada buraco e cada poça de lama, sabia exatamente por onde passar. Mas, se você tiver dúvidas se seu carro vai passar na buraqueira e na lama ou não quiser colocar seu carro nessa situação é só contratar o pau de arara que os quilombolas oferecem.

Entramos e pegamos a estrada bem ruim, estacionamos e andamos por a pé por uns 2 kms num trilha bem tranquila.

pessoas na trilha pessoas na trilhaChegando lá uma maravilha, a Cachoeira realmente é muito bonita, com uma cor impressionante. E o mais legal, no horário que entramos o sol estava bem lá em cima, o que deixa a cachoeira muito mais azul e cristalina. Esperamos muito, mas foi recompensador.Aproveitamos muito, porque só tínhamos uma hora. Então, passamos todo o tempo na água. Foi uma delícia. Valeu a pena! Mas, não sei se eu iria de novo, é um lugar obrigatório de se visitar, mas não sei se ficaria nessa fila novamente.Mais em baixo pode-se entrar nessa queda menor, mas em feriado, fica fechada pra preservação!Almoçamos na comunidade, o almoço estava uma delícia, muito farta, muita coisa boa. Com direito à rede, excelente!!na rede

dicas e informações

-Chegar, no máximo, às 6h para ficar na fila da senha. Com a crescente procura, da próxima iria até mais cedo. Começaram a distribuir as senhas às 7h e entramos às 11h.

-R$ 20,00 a entrada da Cachoeira Santa Bárbara e R$ 10,00 para outras Cachoeiras. Uma das integrantes do grupo que já tinha ido, falou que não valia muito a pena ir nas outras, a não ser que você não consiga entrar pra Santa Bárbara.

-Local: Cavalcante, comunidade quilombola Kalunga: quilombokalunga.org.br

-Obrigatório a contratação de um guia. O nosso era de São Jorge, mas você pode contratar um guia local. O ideal é combinar tudo antes se você for num feriado.

-Café da manhã à vontade: R$ 10,00

-Almoço à vontade: R$ 30,00

– Se quiser contratar o pau de arara, sai por R$20,00

-Abasteça o carro antes, não tem posto de gasolina lá.

Cachoeira dos Couros, Chapada dos Veadeiros – Dia 1
Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela, Chapada dos Veadeiros – Dia 2

Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela, Chapada dos Veadeiros – Dia 2

Nosso segundo dia de Trekking pela Chapada dos Veadeiros foi o mais intenso.

Isadora e Sassa começando o 2º dia de Trekking

cachoeira do segredo

Acordamos cedinho e fomos direto para a Cachoeira do Segredo. Se você está indo com a intenção de conhecer muitos lugares e não pegar as trilhas muito lotadas recomendamos que você saia bem cedo. E nisso o nosso guia acertou em todas. De Alto Paraíso até São Jorge são 38km, e de São até a entrada para a Cachoeira são 13km. A placa indicando a entrada fica à esquerda.

Pegada de Jaguatirica

Mina d’água no meio da trilha

A entrada para a trilha custa 25,00. Chegamos na entrada às 8h, pagamos e seguimos de carro por mais 1km (se vc estiver com um carro 4×4 da pra seguir até um pouco mais adiante – passa por vários riozinhos, mas se o carro for baixo não é aconselhável passar).

A partir daí são 4km de trilha bem tranquila, passando por rios de água cristalina e um visual incrível.

E quando a gente chega na Cachoeira: UAU! Que lugar!! A Cachoeira do Segredo possui 115 metros de altura e é possível nadar até em baixo da queda. A água é bem gelada, mas no cantinho direito da queda cai uma água quentinha, onde é possível se sentar e curtir muito esse lugar especial. Mas só nade até lá se estiver com o condicionamento em dia, a correnteza da Cachoeira dificulta um pouco a chegada, mas super tranquilo pra quem está fisicamente ativo. A água é muito gelada pois nessa época do ano não bate sol. Entre setembro e março o sol ilumina e deixa a Cachoeira do Segredo mais linda ainda.

Quando chegamos na Cachoeira tinham apenas duas pessoas. Quando estávamos indo embora, praticamente lotou. Então se você quer curtir o lugar com mais tranquilidade saia cedo.

Ache a Isa na foto

Saímos da trilha por volta das 12h e fomos almoçar na Vila de São Jorge. Lugar super fofo e bem menor que Alto Paraíso, mas que tem um charme especial.

mirante da janela

Almoçamos e seguimos para a trilha que dava acesso ao Mirante da Janela. É bem fácil de chegar saindo de São Jorge, aproximadamente 1km, até a entrada. O ingresso para a trilha custa 15,00. Optamos por fazer ela à tarde pois queríamos curtir o por do sol lá do topo, e de quebra ver a lua que estaria cheia bem naquele dia.

A trilha do Mirante da Janela ao meu ver foi a mais difícil de todas que fizemos na chapada. Tem bastante subida e descida em terreno bem técnico. São 3km para ir, mais 3km para voltar. Para quem já está acostumado com trilhas é bem tranquilo. Para quem está sedentário nessa terá uma dificuldade maior.

O sobe e desce da trilha!

Quando chega no topo, lá no Mirante da Janela, você tem um dos visuais mais lindos e incríveis da Chapada dos Veadeiros. À direita, avistamos os Saltos do Rio Preto, que ficam dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e à esquerda você é presenteado com um por do sol maravilhoso.

Ficamos lá bastante tempo, curtindo o por do sol, tirando mil fotos e esperando a bela Lua cheia. Mas o tempo ficou um pouco nublado e não conseguimos vê-la nascer. Mas no caminho de volta fomos recompensados com ela linda e gigante iluminando nossa trilha. Quando a trilha ficou mais aberta, desligamos nossas lanternas e seguimos até o fim somente com à luz da lua. Simplesmente incrível!!

Time!

A lua iluminando nosso trekking noturno

Nesta trilha também tem a Cachoeira do Abismo, mas como já estava em tempo de seca, ela estava quase sem água.

Se eu puder te dar uma dica é: quando for à Chapada dos Veadeiros coloque esses dois passeios como prioridade. São realmente únicos.

Sassa e a foto clássica do Mirante

veja também:

Dia 1 – Catarata dos Couros
Dia 3 – Cachoeira Santa Bárbara
Dia 4 – Vale da Lua e Loquinhas

Catarata dos Couros, Chapada dos Veadeiros – Dia 1

Preparativos

Vamos contar pouco a pouco como foi nossa viagem à Chapada dos Veadeiros pra que as informações fiquem bem completas. Eu, Sassa, estava com saudades da Isadora, última vez que nos vimos foi quando fomos à Chapada da Diamantina em novembro do ano passado. Nada melhor do que nos reencontramos em outra Chapada.

A Isa chamou o marido e os amigos que já tinham ido pra Veadeiros um ano antes. Pronto equipe formada: Eu (Sassa), Isa, Gabriel (marido), Fernando (amigo), Letícia (amiga) e Matheus (irmão da Letícia).

O time: Fernando, Letícia, Isa, Sassa, Gabriel e Matheus

Pessoal foi chegando em Brasília e fui a última a chegar às 23h30. Com o carro já alugado, um Spin pra caber todo mundo, pessoal me pegou no aeroporto com as compras já feitas e partimos pra Alto Paraíso, local onde alugamos uma casa.

Não tem 3g na cidade e os Wi-Fi de qualquer lugar são super disputados e com sinal ruim.

Chegamos na casa umas 2h30 e fomos direto dormir para encontrar com o nosso super guia, River, pra fazer a Cachoeira dos Couros. Contratamos o River pra ficar com nosso grupo os 3 dias seguintes.

Dia 1 – Cataratas dos Couros

Aí que está a vantagem de se contratar um guia, que não só nos levou em uma Cachoeira, mas levou em todas pelo sentido contrário que todos fazem normalmente. Fizemos uma trilha no sentido contrário, descendo e depois subindo pelas quedas.

Primeiro contemplamos dois mirantes com vista de frente pra todas as quedas de água de todas as Cachoeiras das Cataratas.

Depois subimos e ficamos tranquilos numa das melhores partes dessas super quedas, na Cachoeira do Parafuso. Teve pulo de lugar bem alto, teve drone, teve escorrega. A melhor pra banho. Curtimos bastante!

Fomos subindo e apreciamos a visão da Cachoeira de São Vicente, a queda de água era enorme e não foi possível entrar nas quedas por causa do volume.

Subindo mais encontramos a Cachoeira da Muralha dos Couros, onde a maioria das pessoas sem guia, chegam e ficam. O lugar mais lotado, mas grande, conseguimos tomar banho lá também. Continuamos a trilha indo embora pela trilha que todo mundo chega.

Aproveitamos tudo que o local podia oferecer. Além de não errar o caminho, pular na Cachoeira com instrução do River, chegar cedo antes de todo mundo e ouvir as histórias que ele tinha pra contar.

A grandeza e a beleza do lugar impressiona. Ficamos horas ali curtindo as Cachoeiras. É um passeio que vale a pena.

Umas 14h, fomos almoçar num local que o River já tinha reservado na Dona Eleusa. Comida maravilhosa!!

Dicas e informações

Local: Sentido Brasília, São 20kms no asfalto e anda mais uns 30kms em estrada de terra. É possível chegar de carro comum, porém a estrada é esburacada. Não tem placa na rodovia pra entrar, e tem bifurcações não sinalizadas na estrada de terra. Não pega GPS, não tem sinal.

Preço: R$ 5,00 a entrada. R$ 30,00 o almoço com comida à vontade.

Percurso: 5kms esse roteiro completo com subidas e descidas íngremes, dificuldade moderada. Iniciantes terão certa dificuldade, vai ser cansativo, mas conseguirão.

Guiamento incrível: River – 62 9678-3206

River se preparando pro pulo.

veja também:

Dia 2 – Cachoeira do Segredo e Mirante da Janela
Dia 3 – Cachoeira Santa Bárbara
Dia 4 – Vale da Lua e Loquinhas

TUTAN – Transmantiqueira Ultra Trail Agulhas Negras – Como foi!!

O ano começou já tem tempo e eu, Isadora, não aparecia aqui já tinha um bom tempo. Estou em uma correia absurda, pois além de estar trabalhando bastante, estou treinando para o UTMB novamente, só desta vez para a prova de 101km. E após de bom período de base, encarei neste fim de semana minha primeira prova em trilha do semestre. Escolhi a TUTAN, pois aconteceria em um lugar que eu amo, que é Visconde de Mauá, e prometia um percurso diferente do Endurance Challenge de 2015.

Pré Largada

A prova oferecia 3 distâncias: 42km, 70km e 100km. A prova de 42km percorreria o Parque Estadual da Pedra Selada, subindo até o cume da Pedra de Selada. As provas de 70km e 100km passariam também pelo Parque Nacional do Itatiaia. Eu me inscrevi para os 42km.

Largada

largou!

Alinhamos para a largada às 8h em ponto. Largamos e 500mts depois uma staff nos indicou para uma entrada errada. Ainda bem que logo o erro foi identificado e retornamos para o caminho certo. Tá ok, erros acontecem. A primeira parte da prova era em asfalto, então acabamos largando forte. Fui com o pelotão da frente, e seguia em 4º Lugar, me sentindo super bem. Por volta do km 5 em uma bifurcação, não tinha marcação e nem staff, acabei optando pelo caminho mais óbvio e me perdi. Corri 3km até que me dei conta que estava errada, e voltei. Ainda bem que neste momento eu não estava sozinha. Comecei ali uma corrida de recuperação.  Estávamos em último lugar (eu e a Lu, que se perdeu comigo), e pouco a pouco fomos recuperando e alcançando os corredores.

Eu e a Lu! As perdidas!

Uma das peças fundamentais em uma corrida de montanha/trilha, é uma marcação impecável. Você não pode perder tempo pensando se você está no caminho certo ou não. Você tem que apenas correr e estar sempre vendo as marcações à sua frente. E isso infelizmente a organização deixou muito a desejar. Praticamente não tinha marcação e em muitos momentos ficamos em dúvida de qual caminho seguir. Falei com a organização sobre o que aconteceu, e eles pediram desculpas pelos erros e que para o próximo ano esse problema será solucionado.

considerações gerais

O ponto alto da prova, foi a subida até o Pico da Pedra Selada. Montanha de verdade do jeito que a gente gosta. Íngreme, técnica, 3kms com 700mts de ganho de altimetria e um visual de tirar o folego. Nesse momento eu e a Lu conseguimos chegar perto das primeiras colocadas novamente. Na subida nos separamos e ela foi buscando uma a uma e conseguiu chegar em 5º lugar (mandou bem demais). Eu me mantive em 8º, o que achei de muuuuito bom tamanho, haja vista os 7km percorridos a mais.

Pedra Selada

Gostaria de deixar um parabéns especial pro meu aluno Diego Ferrari que liderou a prova de ponta a ponta e surpreendeu a organização da prova com um tempo de 4h09. Feito incrível.

Campeão – Diego Ferrari

A prova valeu como um super treino para o UTMB, pois no final acabei correndo 49km. Colocamos mais um cume na nossa lista e conhecemos a Pedra Selada. Espero que para o próximo ano a organização reavalie os erros e ofereça uma melhor estrutura para os atletas, pois o Trail Run brasileiro só tem a ganhar com uma prova que percorra um dos principais parques nacionais do país.

 

Chegada

Premiação

Chapada dos Guimarães + Nobres, MT.

UHUU férias!

Eu, Sassa, tirei férias em Fevereiro e após passar 1 semana em Ilha Grande, RJ fui visitar pessoas queridas que moram em lugares legais: Salvador e Cuiabá.

Passei mais uma semana em Salvador na casa da prima Clara e uma semana em Cuiabá, na casa do Dedé, amigo da facul. E é sobre essa última viagem que vou contar.

Cuiabá, apesar de não ter muita coisa pra se fazer, nem visitar, tem coisas legais, vou dar dicas depois no final. Mas, o legal mesmo de Cuiabá é que fica super perto de locais maravilhosos de se visitar, mas não exatamente em fevereiro. Hehe.

É possível visitar três dos maiores e mais importantes biomas do Brasil partindo da capital do Mato Grosso: o Pantanal na época da seca (maio a setembro), o cerrado da Chapada dos Guimarães e a transição do Cerrado com Amazônia em Nobres. Imagina a diversidade de fauna e flora!

Bom, em fevereiro não foi a melhor época, só chovia! Pantanal, esquece! Consegui ir um dia pra Chapada, e um para Nobres infelizmente!

Chapada dos Guimarães

Ela está a 64kms de Cuiabá, com estrada em bom estado. Fomos de carro, mas é possível pegar um ônibus na rodoviária.

A estrada pra Chega na Chapada é linda.

No trajeto, antes de chegar à Chapada é possível visitar a Cachoeira Véu da Noiva, de acesso super fácil, não paga para entrar. O visual da Cachoeira é impressionante, ela é muito bonita, imperdível.

Véu da Noiva

Eu, Dedé e Karine. Valeu queridos pela estadia e companhia!

Depois fomos para o Mirante do Centro Geodésico, também não paga nada pra chegar, de fácil acesso. E…..começa a chuva e frio. Sim, fez frio! Surreal, porque Cuiabá é um calor desgraçado. Voltamos pra Cuiabá.

Tentei em outro dia ir mais uma vez pra Chapada, porque em Cuiabá o tempo estava bom! E chegando lá… chuva chuva chuva, tempo horrível, neblina. O jeito foi tomar um café na cidade e voltar pra Cuiabá. Fiquei tão frustrada que não quis mais saber de me aventurar por lá e perder viagem.

Nobres

No meu último dia de passeio, fomos para Nobres. Fica a 150 kms de Cuiabá e é um lugar simplesmente imperdível. Fomos no Aquário Encantado, é o que impressiona mais por sua beleza, mas de acordo com a moça da agência, não é o que tem mais vida pra ver. Mais difícil ver arraias e peixes maiores.

Achei muito impressionante! O poço até que pequeno em dimensão, tem uns 5 metros de profundidade e é surreal olhar pro fundo, é muito fundo e você enxerga tudo, água cristalina.

Queríamos ir no mesmo dia na Cachoeira da Serra Azul, no SESC. Como estava com muita sorte nessa viagem, a moça da agência nos disse que ela tinha sido fechada no dia anterior. Sério!?

Bom, ciente de que realmente não fui na melhor época, voltamos pra Cuiabá e no dia seguinte, voltei pro Rio. Certeza que tenho que voltar, só me deixou ainda com mais vontade essa história de chuva.

Pra chegar no Aquário Encantando, vamos de trator até o início da trilha.

Início da trilha

Aquário Encantado, lindo!

6 metros de profundidade

Valeu pelo passeio Dedé!

Flutuação no Rio Salobra

Dicas e informações

– Vá na seca, de Maio a Setembro pra poder conhecer os três biomas.

– Va comer uma peixada em Bonsucesso na na margem do Rio Cuiabá.

– Em Cuiabá visite a Casa do Artesão no SESC, comprei coisas lindas regionais.

– A estrada de Cuiabá para a Chapada é inteira sinalizada, todos os atrativos estão sinalizados pela rodovia, principalmente os que não necessitam de guia. Os melhores passeios só com guia. Visite a Página: http://www.chapadadosguimaraes.com

– Em Nobres todos os passeios são feitos por agências cadastradas e os preços são tabelados. Fechamos com uma agência em Bom Jardim.

– Nobres tem o mesmo tipo de turismo de Bonito. É menos turístico, a cidade tem menos estrutura, mais rústico. Eu adorei. Não usar protetor solar, ou usar um biodegradável. Dá pra levar GoPro!

-Distâncias de Cuiabá: ao Pantanal, 218kms; à Chapada dos Guimarães, 64kms; à Nobres, 150kms.

 

SORTEIO – VALE DO PATI, CHAPADA DA DIAMANTINA – BA

O Te Levo Pra Trilha e o parceiro Zé Antônio, guia local da Chapada da Diamantina,  quer ver você fazendo uns dos trekkings mais bonitos do Brasil, o Vale do Pati.

O sorteio será realizado dia 02/04 através do Sorteiogram.com e stories do Te Levo Pra Trilha.

Para participar:

  1. Entrar no instagram do Te Levo Pra Trilha (@televopratrilha);
  2. Curtir a foto oficial do sorteio (igual a essa da foto aí de cima)
  3. Seguir os IGs: @televopratrilha e @joseantonio.guia
  4. Indicar 3 amigos por comentário na foto oficial – Quanto mais indicar, mais chances de ganhar! Não vale repetir amigos,  indicar famosos, pessoas públicas e empresas.
  5.  Deixar o perfil desbloqueado no dia do sorteio para verificação das regras.

TREKKING VALE DO PATI – 4 DIAS E 3 NOITES para 1 pessoa

Incluso:

  • Guia local;
  • Traslado de Mucugê até o início da trilha e traslado do fim da trilha até Mucugê;
  • 4 dias e 3 noites de trekking no Vale do Pati – aprox. 60kms, visitando as principais atrações do Vale;
  • Café da manhã e Jantar na casa dos nativos
  • 3 pernoites na casa dos nativos;
  • Lanche na trilha.

Não incluso:

  • Pousadas
  • Passagens para chegar ou sair de Mucugê
  • Café da manha do primeiro dia, antes do início do trekking
  • Qualquer outra refeição
  • Seguro viagem
  • Qualquer despesa não listada acima

Regras:

  • Só para maiores de 18 anos;
  • O ganhador poderá transferir o prêmio a uma outra pessoa
  • Em nenhuma hipótese o prêmio pode ser convertido em dinheiro
  • Data será definida diretamente com o guia em grupos pré agendados.

Começando as férias em Ilha Grande, RJ

Fevereiro foi o mês que tirei férias com meu querido marido, e o destino escolhido para a primeira semana foi a Ilha Grande, por alguns motivos: 1) É perto do Rio; 2) É lindo; 3) Agrada todos os gostos (tem surf, tem trilha, tem morro, tem cachoeira, tem água cristalina, tem praia sossegada, tem praia cheia, tem desde hotéis bem caros a camping, enfim…). Também, considero que uma visita é pouco, a Ilha Grande é enorme e tem muitas atrações.

Foto retirada do Wikipedia

No nosso caso, o marido queria muito surfar e eu queria muito fazer trilhas. A praia que rola onda é Lopes Mendes, onde não tem hospedagem, e não se pode acampar, os barcos também não chegam nessa praia. Aliás, acampar em área não destinada a isso, é proibido em toda a Ilha. Procurando o lugar mais próximo de Lopes Mendes, achamos a Praia das Palmas, e realmente lá vimos que é a praia mais próxima pra se ficar, decidimos acampar, pois ali não existe muitas opções a não ser essa. A sequência das praias é: Praia das Palmas, Praia dos Mangues, Praia do Pouso (onde todos os barcos param para a galera chegar em Lopes Mendes) e Praia de Lopes Mendes.

Fechamos antecipadamente o barco de ida e volta de Abraão mais o estacionamento em Conceição de Jacareí com a empresa Objetiva, inclusive pagamos pelo próprio site.

Saímos de casa bem cedinho, deixamos o carro estacionado e pegamos o barco. Chegando em Abraão, ainda tínhamos que pegar mais um barco para nosso destino final. Os barcos não vão para Palmas, só taxi boat (preço bem mais caro), então pegamos um barco para Praia do Pouso e fizemos a trilha voltando para Palmas. Digamos que foi um perrenguezinho, visto que fazer trilha junto com andar na praia de areia fofa com mochilas e barraca num puta sol, não é uma das coisas mais fáceis, mas conseguimos.

No barco seguindo para Abraão

Chegando a Praia de Palmas fomos para o Camping dos Coqueiros no canto direito da praia ou saindo do cais, andar para a esquerda. Gostei de ficar no canto direito, pois fica mais próximo da trilha sentido Lopes Mendes. Ali nesse canto tem o Camping das Palmas, junto com o Restaurante, uma boa opção também, porém ali rola normalmente um som à noite que pode desagradar alguns. Eu particularmente, achei bem legal, comemos lá quase todos os dias e tem wifi.

Praia de Palmas

Praia de Palmas

Nossa bagunça no Camping dos Coqueiros

Passamos três dias indo pra Lopes Mendes bem cedo, fazendo a trilha, antes que os barqueiros chegassem com a turistada, para que o Jonas conseguisse surfar e eu pegar aquela praia praticamente deserta. Foi incrível, a praia é lindíssima, deserta, limpa, mar delicioso, no canto direito rola onda, perfeito. Ás 9h chega o pessoal que vende coisas (água, cerveja, refri), às 10h a praia começa a encher do pessoal que pegou barco e parou em Pouso. Era nesse momento que a gente ia embora. Outro motivo para irmos bem cedo é que os melhores horários para surfar ali é bem cedinho, até umas 10h e no fim da tarde, depois das 16h. Ás 10h entra um vento forte e atrapalha o surf.

O paraíso Lopes Mendes

Praia de Lopes Mendes

Jonas fingindo surfista

Praia de águas claras, Lopes Mendes

Decidimos passar o resto dos dias em Abraão pra conseguir fazer outros passeios. De Palmas, tem taxi boat e eles cobram super caro. Empacotamos tudo, ficamos preparados pra ver se algum taxi boat ia pra Abraão pra trabalhar, ou fazer comprar pra gente poder pegar uma carona. Conseguimos, por um preço bem mais em conta, um barqueiro ia pra Abraão e fomos com ele.

Chegamos em Abraão, sem ainda ter um lugar pra ficar e fomos procurar algo. Logo em frente ao cais, entramos numa vila e achamos um hostel. Foi ali mesmo que ficamos, não íamos ficar perambulando de malas pra achar lugar. Foi um ótimo lugar, uma vila deliciosa, conhecemos uns gringos bem legais e dormimos em cama, o que é sempre muito bom.

Fizemos o passeio 1/2 volta à Ilha (Lagoa Azul, Lagoa Verde, parada pro Almoço em La Isla no Saco Do Céu e Praia Camiranga). Pedimos pro barqueiro deixar a gente na Praia da Feiticeira. Da praia fizemos uma trilha e chegamos na Cachoeira da Feiticeira (foi revigorante) e voltamos para Abraão por trilha. Gostei mais da Lagoa Verde, achei mais bonita que a Azul, tem menos barco e foi mto legal ver a vida marinha ali.

Lagoa Verde

La Isla, Saco do Céu

Praia de Camiranga

Cachoeira da Feiticeira

Em Abraão fizemos umas trilhas curtinhas também, mas bem legais: Aqueduto, Ruínas do Lazareto, Poção, Praia Preta. É uma trilha circular e auto guiável, Trilha 01.

Praia Preta fica um pouco mais pra frente deste mirante, Trilha 01

Aqueduto, Trilha 01. Seguindo pelo Aqueduto é possível chegar na Cachoeira da Feiticeira

Poção, Trilha 01

dicas e informações

-Se você quer fazer passeios, trilhas, fique em Abraão;

-Se quiser surfar, a praia mais próxima pra ficar de Lopes Mendes é a Praia de Palmas. Faça a trilha cedo pra conseguir pegar onda sem vento e sem turista sem noção.

-Não se engane. A Trilha de Pouso para Lopes Mendes não é tão curta como os barqueiros dizem, além de ter um subidão e um descidão. Vimos pessoas carregando coolers gigantescos numa trilha difícil, sofrendo horrores. Na praia é tudo caro, mas você não precisa disso. Leva cada um uma bolsa térmica que é muito mais vantagem. Tive a impressão de que as pessoas já chegavam pra fazer a trilha bêbadas, querendo levar um cooler maior que elas e jogando latinha de cerveja pelo caminho, sério pessoal, dá tristeza. Um lugar tão lindo não merece esse tipo de turista, fica em casa, por favor!

– Objetiva Tour: www.objetivatour.com

-Camping dos Coqueiros em Palmas: Banheiros limpos, chuveiro quente, energia é ligada às 18h e desligada às 22h (horário possível para carregar celular), não tem wifi. Fomos super bem tratados pelo Fabinho. Não precisa reservar, é só chegar. Tunico (dono) -> 21 998641545

-Camping e Restaurante Palmas: Banheiros, chuveiro quente, não sei como funciona a energia, tem wifi, rola música ao vivo à noite, nos finais de semana, tem um salgado delicioso que eles fazem no próprio restaurante todo fim de tarde. Tel.: 21 964532135

-Hostel Blue Lagoon em Abraão –  Em frente ao cais de turismo, perto de tudo, numa vila, tem wifi. Fomos muito bem recebidos e tratados pelo Irê e pelos donos. É possível também fechar os passeios com eles.

Pico da Tijuca e Tijuca Mirim

Parque Nacional da Tijuca, RJ

Mais uma vez, com a Pitbull Aventura, fui conhecer mais uma trilha nas terras fluminenses na Floresta da Tijuca.

Estacionamento do Parque da Tijuca

A Floresta da Tijuca é a terceira maior floresta urbana do mundo. Ou seja, um parque de diversões para os trilheiros e uma ótima opção pra quem vai visitar o Rio, pois tem diversas opções de trilhas.

O Parque Nacional da Tijuca é dividido por setores: Floresta da Tijuca, Serra da Carioca, Pedra Bonita/Pedra da Gávea e Pretos Forros/Covanca.

O Pico da Tijuca é o mais alto do Parque Nacional com 1022 m de altitude. E foi nele mesmo que fomos.

Floresta da Tijuca – Pico da Tijuca e Tijuca Mirim

Estacionei o carro no parque, o grupo se juntou e começamos a subida. A trilha tem bastante subida, mas não é difícil, é bem sinalizada e foi possível chegar no pico sem maiores problemas. A única parte que considero um pouco mais difícil, é a parte da escadaria que dá uma leve sensação de medo de altura, mas a escada tem correntes, tem lugar pra segurar, então é só uma sensação mesmo.

Chegamos no Pico, tiramos fotos, fizemos um lanchinho e partimos pro Pico Tijuca Mirim, um outro cume bem próximo. Eu gostei mais da vista do Mirim, é bem bonito.

Depois te contemplar a vista, descemos pelo mesmo caminho, vimos uma família de quatis, eles não tinham medo da gente e chegamos bem próximos, muito fofos. Encerramos com mta alegria e prontos para conhecer mais desse Parque lindo.

Dicas

– Horário de Funcionamento do Parque: 8h às 17h e no verão até às 18h.

-Entrada e estacionamento gratuitos.

– Essa trilha só se pode iniciar até às 14h e deve-se estar de volta até o fechamento do parque.

– Não é permitido levar seu animal de estimação.

– A entrada do Setor Floresta da Tijuca fica na Praça Afonso Viseu, Alto da Boa Vista, entrar e subir até o estacionamento.

-Não alimente os animais.

– Mais informações: www.parquedatijuca.com.br

– Para ver as trilhas organizadas pela Pitbull Aventura, clique aqui.